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Gestão de saúde nas organizações: fortalecendo a relação entre o colaborador e a empresa

Atualizado: 23 de Mar de 2018

Há algum tempo, as empresas têm olhado de forma diferente para a saúde de seus colaboradores. Os investimentos em programas de bem-estar e acompanhamento de saúde passaram a ser fundamentais e compensatórios.

Uma pesquisa recente divulgada pela Você S/A mostrou que, depois de avaliar 58 empresas e mais de 260 000 profissionais brasileiros, que 95% das corporações já acompanham a utilização da assistência médica, 79% estimulam a participação nos programas de saúde e bem-estar e 64% acompanham a relação da saúde com o absenteísmo. O estudo mostrou ainda que 50% das participantes medem indicadores de risco dos colaboradores, 45% avaliam o nível de satisfação dos trabalhadores e 28% se preocupam efetivamente com o bem-estar mental deles.


A razão envolve não só a preocupação natural das empresas com o clima organizacional e a satisfação dos funcionários, mas também o custo expressivo da saúde no Brasil. Há menos de uma década ele girava em torno de 3% do total de despesas de uma companhia. Hoje, chega a 14% — tornando-se, para a maioria, a segunda maior despesa da folha. Paralelamente, a inflação médica bateu os 18%, ante 3% do restante da economia.


O acompanhamento dos indicadores de saúde da organização, apoia medidas de gestão em saúde que favorecem a todos. Reduzindo custos, as empresas tendem a reduzir a necessidade de downgrade nos planos de saúde dos colaboradores e também do aumento de coparticipação. O uso de Business Intelligence passou a ser um aliado e deverá crescer nos próximos anos. Com a inteligência de dados, é possível mapear quem são os indivíduos que precisam de maiores ações de engajamento nos cuidados com a saúde. No caso de um paciente com uma condição crônica, é possível monitorar a adesão aos medicamentos, consultas preventivas e evitar que ele sofra intercorrências frequentes de saúde, sobrecarregando não somente o sistema, mas prejudicando a qualidade de vida do indivíduo.


Há poucos anos atrás, ter iniciativas de saúde organizacional baseadas em inteligência artificial era uma realidade distante. As estratégias eram elaboradas com base na replicação das práticas comuns ao mercado. Casos como o de uma grande empresa que investiu 3 milhões de reais num programa antitabagismo e, depois, descobriu ter apenas 160 fumantes entre milhares de empregados tornaram-se clássicos. Hoje, integrando dados, os investimentos tornam-se mais assertivos e o retorno é notável.

Hoje, as informações estão por toda parte: de operadoras de saúde, de aplicativos, de programas de bem-estar e até de dispositivos integrados, como glicosímetros, contadores de passos, etc. A boa notícia é que à medida em que o uso da tecnologia a favor da saúde vai se consolidando, as peças do quebra cabeça se juntam.


A AxisMed, atua há 16 anos no Brasil com Inteligência em Gestão de Saúde, com soluções integradas somadas à excelência clínica. A aquisição pelo Grupo Telefónica, concluída em 2015, trouxe o aporte tecnológico para que hoje, a empresa tenha plataformas robustas para o mapeamento de saúde e acompanhamento dos grupos de indivíduos, otimizando os investimentos em saúde nas organizações e levando os colaboradores a mudarem a forma como cuidam de sua saúde.


*Por: Fernanda Rodrigues, Coordenadora de Marketing na AxisMed.


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