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Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe 2018: fique por dentro!

Começou ontem, 23 de Abril, a Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe 2018. Confira a matéria completa e fique por dentro.



A Campanha Nacional de Vacinação contra o Influenza é uma estratégia do Ministério da Saúde para diminuir o impacto da gripe no país. O Dia D, considerado a data mais importante de mobilização nacional, está marcado para 12 de maio, um sábado.


De acordo com um recente levantamento da Organização Mundial de Saúde (OMS), a gripe é uma doença séria, que mata mais de 650 mil pessoas todos os anos. Além de causar aqueles sintomas clássicos — febre alta, nariz entupido, cansaço e dor no corpo —, ela está por trás de complicações como pneumonia e infarto. Portanto, principalmente se você faz parte dos grupos de risco para complicações da doença, sua participação é essencial.


O que compõe a vacina?


Todos os anos, os subtipos dos vírus da gripe que serão incluídos no imunizante mudam. Isso porque os diferentes causadores dessa infecção circulam pelo mundo e sofrem mutações com frequência.


Quem define a composição da vacina é a própria OMS, que reúne e analisa as informações enviadas por centros de vigilância de todos os países. Aqui no Brasil, por exemplo, temos três estações-sentinela: o Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, a Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, e o Instituto Evandro Chagas, em Belém do Pará. Essas instituições fazem exames em indivíduos infectados para descobrir quais as cepas virais que mais circulam em cada região.


A partir desses dados, é definida a composição da vacina. A divulgação é feita no mês de setembro para o Hemisfério Sul e em fevereiro para o Hemisfério Norte. Em 2018, os tipos de vírus incluídos em nossa campanha são o H1N1, o H3N2 e o influenza do tipo B Yamagata.


Quem deve ser vacinado?


Em comparação com 2017, não há alteração em relação ao público que deve ser imunizado. A escolha desses grupos se deve ao fato de eles serem mais vulneráveis aos efeitos da gripe e sofrerem mais com seus sintomas e desdobramentos.

Além disso, parte desse pessoal possui contato diário com outras pessoas infectadas, o que aumenta o risco de transmissão. A lista inclui:

  • Crianças de 6 meses a 5 anos

  • Pessoas com mais de 60 anos

  • Gestantes

  • Mulheres que deram à luz nos últimos 45 dias

  • Profissionais da saúde

  • Professores da rede pública e particular

  • População indígena

  • Portadores de doenças crônicas, como diabetes, asma e artrite reumatoide

  • Indivíduos imunossuprimidos, como pacientes com câncer que fazem quimioterapia e radioterapia

  • Portadores de trissomias, como as síndromes de Doown e de Klinefelter

  • Pessoas privadas de liberdade

  • Adolescentes internados em instituições socioeducativas, como a Fundação Casa


E se eu não faço parte desses grupos?


Nesses casos, é possível tomar a vacina numa clínica particular. O preço varia de 100 a 200 reais.

Ao contrário da rede pública, que distribui a versão trivalente do imunizante, esses lugares geralmente disponibilizam a tetravalente. A diferença está na presença de um quarto tipo de vírus na composição, o que eleva o nível de proteção. Além das cepas H1N1, H3N2 e do tipo B Yamagata, ele resguarda contra o tipo B Victoria.


Fonte: https://saude.abril.com.br/medicina/vacina-gripe-2018/



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