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A participação das empresas para um novo modelo assistencial a favor da sustentabilidade

Atualizado: 23 de Mar de 2018

Para especialistas, os empregadores, que são responsáveis por 67% do mercado, são peça-chave na discussão sobre a sustentabilidade na saúde suplementar. A atenção primária para redução dos fatores de risco e estímulo a hábitos mais saudáveis estão entre as principais medidas.

Para que o Brasil consiga adota um modelo de saúde mais sustentável, a união de todos os segmentos que participam do setor de saúde parece ser o caminho mais viável. Isso inclui não somente empresas de saúde, a agência reguladora, os prestadores de serviços, médicos, clínicas, hospitais, como também os consumidores e empresas. É preciso engajar todas as partes, sociedade, governo, consumidor e empresas para a construção de um novo modelo.


O lado positivo da crise é o início da discussão de um novo modelo assistencial, mais para que traga uma melhor saúde para o beneficiário e menos por efeitos e reflexos em termos de redução de custos — afirmou Leandro Fonseca, diretor-presidente substituto da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).


Não há dúvida entre os especialistas sobre o que cenário traz como necessidade: é preciso mudar o modelo de remuneração e de assistência à saúde, atualmente baseado no pagamento por serviços que giram em torno da doença, para outro voltado para prevenção e promoção de saúde. Aqui entram as empresas e planos de saúde, que são os mais impactadas com os custos da saúde suplementar e que poderiam atuar como agentes propulsores dessa mudança. O Brasil tem 47,4 milhões de usuários na saúde suplementar, ou um em cada quatro brasileiros. Uma fatia de 67% desse total é de planos coletivos empresariais, havendo ainda outra de 14% de planos coletivos por adesão — totalizando 81%. O restante é de planos individuais, que têm o reajuste das mensalidades regulado pela ANS.


O diretor-presidente da ANS reforça ainda que:


— O custo médico hospitalar das operadoras vem crescendo de 10% a 15% nos últimos 5 anos. É uma tendência indiscutível e um desafio mundial.


A discussão tem sido a favor de um modelo assistencial focado na atenção primária para redução dos fatores de risco e estímulo a hábitos mais saudáveis.


*Por: Fernanda Rodrigues, Coordenadora de Marketing na AxisMed.


Fonte:

https://oglobo.globo.com/economia/defesa-do-consumidor/setor-de-planos-de-saude-precisa-de-novo-modelo-de-financiamento-sustentavel-21959934

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